Mostrar mensagens com a etiqueta Eu. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Eu. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

O Cão 'El Chapo'

O Cão tornou-se um especialista em contornar tudo o que lhe seja um obstáculo à fuga. Impressionantes são as artimanhas que o patife encontra para se escapulir, sempre detalhadamente estudadas para que seja um verdadeiro quebra-cabeças descobrir como ele conseguiu fugir.
Mete o 'El Chapo' a um canto.

Acrescentar ainda que a casa dos meus pais foi toda vedada por causa deste diabrete de quatro patas.
Vedação essa que teve de sofrer várias obras de melhoramento, por causa de se mostrar pouco eficaz à causa. Vários buracos foram feitos por baixo e na própria vedação.
O meu Cão fazia buracos para sair, e o dos meus pais fazia buracos para entrar quando ficava "preso" do lado de fora. Um trabalho corporativo portanto.

A último plano de fuga consistiu em servir-se de todas as ferramentas possíveis e imaginárias para tentar chegar a um gato remeloso que viu passar para além da vedação da casa dos meus pais.
Começou por fazer cair um vaso de flores, que usou para subir para cima de um poço inactivo que tem uma tampa de alvenaria, daí subiu para uma mini estufa onde os meus pais tinham um "berçário" de pimentos para a horta destruindo tudo o que encontrou pela frente, saltou para cima do galinheiro e desencadeou um cacarejar de alvoroço na capoeira, um outro salto desengonçado por cima de uma nespereira e aterrou no chão depois de uns bons dois metros de altura rumo à liberdade.

Para apurar esta sequência digna de um Sherlock Holmes tive de arriscar e deixá-lo fazer tudo uma segunda vez.

O problema nestas fugas é que o desespero de não saber onde o Cão anda é grande demais. Uma dessas vezes fui encontrá-lo preso dentro de um barracão ao fim de uma hora sem saber dele, e ainda hoje me pergunto se a ideia era roubarem-no ou ligarem para o número que está na medalha que anda sempre na coleira dele. Fica a dúvida.


Zoom ao máximo para confirmar que estava a tentar passar por baixo do portão...

domingo, 20 de maio de 2018

Uma Lapa no Cão


Depois de uns cagaços, comecei a martelar a cabeça a tentar arranjar uma forma de conseguir localizar o Cão durante as fugas. A oferta de mercado não me parecia muito vasta e o que fui encontrando passava por equipamentos muito grandes, com pouca durabilidade e muito pesados para a minha recatada carteira. Conformei-me que apesar de muito avançada em determinados campos, a tecnologia não conseguia ainda atender às minha necessidades.

Numa leitura a um artigo acerca das startups portuguesas de maior sucesso apresentadas na Web Summit, descobri que uma empresa chamada Lapa Studio havia sido uma dessas startups e que a sua participação nesse certame já lhe tinha valido uma duplicação de facturação pela criação de um dispositivo a que deram o nome de "Lapa".

Ora bem, vou tentar explicar isto de uma forma simples: uma Lapa é nem mais nem menos do que um dispositivo de 3x3cm que se acopla ao objecto que não queremos perder ou deixar para trás esquecido (p.e. chaves, carteira, telemóvel, mala de viagem, sombrinha, criança, cão, gato,  etc.) que através de uma app instalada no nosso smartphone estabelece a ligação ao dispositivo/objecto por bluetooth, indicando a distância a que estamos do dispositivo e onde foi detectado pela última vez. O dispositivo por sua vez, quando é localizado emite um sinal luminoso e um sonoro para facilitar o encontro com o detentor do smartphone.
A pensar ainda nas crianças e nos animais de estimação, a Lapa Studio criou uma pulseira para as crianças e um acessório de coleira para os animais.

Se a ideia vos interessar podem tentar saber mais aqui: https://findlapa.com/

Achei a ideia genial, procurei onde é que se vendia e passada uma semana já tinha a minha Lapa para pôr na coleira do Cão, junto à medalha.


Para já nada a apontar a este gadget, felizmente ainda não tive oportunidade para experimentar em situações de real aperto, mas a Lapa diz conseguir identificar o dispositivo com alcance até 60 metros do smartphone, pelo que continuo em modo de testes ao equipamento.






segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

#AmigoABordo

Só há pouco tempo descobri que desde Novembro que a Bayer/Advantix tem a decorrer um passatempo chamado “Amigo a Bordo” com o mote de ser mais uma forma de ter o nosso animal de estimação sempre por perto.
Achei a ideia super gira e decidi participar, sempre convencida que seria mais uma daquelas habituais campanhas de marketing para nos sacar informações e dados para enviar publicidade e nada mais.
A parte de escolher o modelo de autocolante que pretendemos, e a escolha da fotografia e do que queremos escrever, devo confessar que achei giro e gostei muito. Validei e não fiquei com grandes expectativas.
A verdade é que passadas umas 3 semanas recebo em casa uma carta da Bayer (que até me assustou porque já nem me lembrava do concurso), com o meu autocolante lá dentro, e fiquei surpreendida com o resultado!

Para participar no passatempo “Amigo a Bordo” é apenas necessário aceder ao Facebook Advantix Portugal e preencher um breve formulário. De seguida pode escolher um dos quatro autocolantes diferentes e personalizá-lo com nome e fotografia do patudo, para colocar no vidro do carro ou noutro local.
Após a validação, a Bayer envia para a morada que indicarmos o autocolante escolhido.

A Advantix incentiva apenas aos participantes a partilhar as fotos dos autocolantes recebidos com a hashtag #AmigoABordo pelas redes sociais.


Imagem: http://revistacaesecia.sapo.pt/bayer-lanca-passatempo-amigo-bordo/

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

O Cão sombra

Aquele momento do dia em que saio do banho e preciso de dar uso ao tapete da casa de banho, mas o Cão teima em ser um verdadeiro ocupa!
E ali se mantém como um membro da Guarda Suíça a zelar por Sua Santidade, só para ter a certeza que não vou fugir pelo ralo, ou que vou baixar a guarda e deixar o puff, o rolo de papel higiénico ou a caixa dos cotonetes ao seu alcance.
Dizem os mais entendidos na matéria que isto dos nossos cães nos acompanharem até nos momentos mais privados do WC, é um enorme sinal de amor e confiança.
Do tipo " aconteça a m**** que acontecer, vou estar sempre ao teu lado!".
Já nem falo dos recorrentes momentos de alta concentração sanitária, em que o Cão aparece com a bola na boca a querer brincar.
Porque realmente, só sinto mesmo é amor quando estou na sanita e o Cão, com uns pacatos 18 Kg, se lembra de querer colo...

E ter isto todos os dias.



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Alô Alô: daqui fala o Cão

Saudações caninas!

Por aqui anda tudo um bocadinho estranho, a minha humana está esquisita e eu já ouvi falar em qualquer coisa como infecção respiratória mas eu ando completamente maluco por a ter só para mim!
Mas não percebo porque é que não vou tantas vezes à rua passear, e quando vamos ela parece uma anormal toda enrolada em cachecóis, gorros e casacos que até me envergonha, e não me deixa passear num passo mais acelerado porque fica logo com os bofes à boca e a hiperventilar!
Enfim, para compensar já destruí uma data de coisas em casa e ultimamente o meu pitéu preferido é comer lenços ranhosos que resgato do lixo! Nhammmm!
Descobri ainda uma brincadeira nova: roubar caixinhas de cartão que aparecem em cima das bancadas da cozinha e fugir! A humana também entra na brincadeira e começa a correr atrás de mim! A essas caixas, ela chama qualquer coisa como "os meus medicamentos", acho eu...
A casa da avó também está a ter umas mudanças suspeitas, andam a vedar a herdade com redes que não me deixam explorar os campos e os pinhais à volta da casa deles, e o mais estranho é que ela ainda no outro dia me apertou as bochechas e falou em eu ir para lá passar umas férias com ela...
A humana anda um bocadinho lerda e com uma voz de bagaço, mas eu estou super feliz de tantos mimos que ando a receber!



quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

O espirro invertido

Há umas noites atrás, o Cão acordou-me de forma abrupta. Começou a fazer um barulho tipo um ronco compulsivo e aflitivo. Como é óbvio fiquei assustada, mas já sabia o que é que se passava porque numa ida de rotina à veterinária, ele já tinha feito isso e nesse dia perguntei logo o que é que se passava, dado que ele de vez em quando fazia aqueles roncos.

Ora bem, nada mais era do que um espirro. Mas um espirro invertido, pelos vistos usual em raças como bulldogs, boxers e outros cães de palato mole mais alongado.
No caso do Cão, isto acontece esporadicamente mas quando acontece parece que está com sérias dificuldades respiratórias e que vai morrer em poucos minutos!
A veterinária explicou que os sons que os cães emitem no espirro invertido é muito semelhante a um colapso da traqueia mas é de facto algo muito simples: enquanto num espirro normal o ar sai violentamente pelo nariz, no espirro invertido o ar é inalado para dentro de forma violenta, sendo um acontecimento normal que não requer qualquer tipo de tratamento.
Uma forma de aliviar o bicho é massajar a garganta do cão ou a cana do nariz para parar o espasmo, mas se a causa for alérgica e ocorra com muita frequência, o melhor será dar medicação adequada com prescrição do veterinário.

Talvez tenha de meter uma manta extra na cama, para sua excelência não se resfriar como eu, que desde o Natal que ando fanhosa e, depois de 4 idas ao médico e mais outra já marcada, estou com uma gripe oficialmente diagnosticada que me está a dar mais que fazer...
Mas também com o frio que tem estado uma mantinha a mais não faz mal nenhum!



segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

De volta à rotina!

Que venha de lá mais um ano, com tudo de bom, sempre acompanhado por muita saúde, muito amor e aqueles mimimis do costume...
Pois bem, eu e o Cão estivemos de férias e hoje é aquele dia que nem é e nem deixa ser, com o meu regresso ao trabalho e o Cão de volta à sua rotina. Hoje de certeza que quando chegar a casa vou ter um Cão um bocadinho emburrado e a postos para me ferrar o dente como que em tom de ralhete do tipo "onde é que estiveste até agora?".
Nestas férias estivemos quase sempre juntos, demos longos passeios pelo campo, fizemos sestas à lareira e dormimos até tarde. Aproveitamos para brincar e explorar o instinto caçador do canito, numa caça ao coelho (nenhum animal ficou ferido ou traumatizado com a experiência, garanto!).
Noto que o Cão está um mimado da pior espécie, cada vez mais fingido: chega a uivar e a chorar de sofrimento por não conseguir chegar ao presépio para o destruir.
De receitas não acrescentei nada de novo ao cardápio, para além de umas costeletas de borrego grelhadas que ele conseguiu roubar. E não fui só eu que enjoei o peru de Natal, o Cão também já torcia o nariz quando cheirava a taça e lá estavam restinhos de peito de peru. Blhek. Sim, o Cão também se viu obrigado a comer restos, mas devidamente seleccionados!
Nos próximos dias espera-nos uma pescadinha cozida com legumes para desenjoar e uma dieta rigorosa para abater a manta adiposa que ganhamos nos entretantos.

Na noite de Passagem de Ano a questão dos foguetes preocupava-me bastante, e por isso decidi passar a meia noite com ele. Apanhou um cagaço valente, mas até acho que se portou à altura! Valeu a pena estar ao lado dele para o acalmar e dar-lhe um abracinho de Ano Novo que será certamente de mudanças nas nossas vidas e de muita felicidade. Para isso basta estarmos juntos.

Feliz 2017!


sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

Sou uma sortuda

Que nunca me digam que um cão só dá é trabalho e que não dá lucro nenhum, só despesa!
É verdade a parte da despesa, mas uma pessoa consciente quando decide ter um cão já deve estar preparada para isso. É exactamente igual a um filho: é preciso cuidar, tratar, limpar, educar, passear, brincar. Faz tudo parte da responsabilidade de termos alguém ao nosso cuidado, mas também tirar partido e prazer disso.
Que atire a primeira pedra quem nunca teve vontade de atirar um filho pela janela. Em momentos de pura raiva, em que vejo uns sapatos novos todos roídos ou peças de roupa que mais gosto tudo rasgado pelo chão, penso em lhe abrir a porta da rua e deixá-lo ir à sua vidinha, morar debaixo da ponte para finalmente dar valor ao que tem! Óbvio que nunca faria isso. Assumo a decisão que tomei de ter um Cão. Arrependo-me às vezes por ter escolhido um Beagle, é uma raça que não é para qualquer dono. Quem tem um Beagle sabe do que falo. Mas agora é para ser até ao fim da vida, da minha ou da dele.
É indiscutível a ajuda que este Cão me tem dado, tem mostrado mais amor por mim do que qualquer amigo que tive até hoje. Tem sido o meu maior apoio e isto nunca se esquece, nem se deixa ficar para trás em circunstância alguma.
Neste Outono a coisa não tem andado fácil, sinto-me um bocadinho mais em baixo e a vontade de continuar a minha jornada não é a mesma. Ás vezes a coisa vacila. Mas o Cão está lá sempre para me fazer companhia e lembrar o que é amor e amizade de verdade. Afinal até sou uma sortuda.




quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Trela ou Peitoral?

Desde o primeiro momento como dona de um Cão, que decidi que só lhe ia colocar peitorais. A ideia de ver o meu Cão preso a uma trela ao pescoço como uma besta, ou um animal feroz feria-me os pensamentos. E para além do mais, sempre considerei os peitorais bem mais confortáveis para os cães, para os donos e muito mais elegantes e charmosos do que a trela de pescoço.
Sempre achei que ao ver um cão com um peitoral já lhe estava implícito o amor, a preocupação e a vaidade do dono!
Para o enxoval do Cão comprei um primeiro peitoral que pareciam umas cuecas invertidas, vermelho e em pele, e que segundo os entendidos da marca proporcionava maior conforto ao dono e ao cão.  Pois bem: fui enganada. Aquilo era tudo menos confortável. Cheguei a chamar o Cão de o "Fugas", porque nos primeiros passeios, a tentar que ele percebesse que tinha de ir onde eu ia, ele emburrava e fincava as patas enquanto eu ao puxar, lhe despia o peitoral e só já o conseguia ver a caminho da liberdade. Foram uns tempos de sofrimento, enquanto esperava que ele crescesse para lhe comprar outro. Lá comprei um segundo peitoral que prendia ao pescoço e na barriga, com o arnês a meio do dorso. Mais um que não era anti-fugas nem anti-birras... Já nem para falar, que por esta altura o cão já estava a ficar adulto e cheio de força para me puxar. Por causa dos puxões, ainda tive de andar muito tempo a pôr pomada num ombro, que inflamou por causa das constantes investidas. Até de joelhos esfolados cheguei a andar, por ser arrastada por ele. E sim, é só um Beagle mas tem a força de mil bois...
Decidi que os passeios com o Cão, principalmente os do final do dia, tinham de ser relaxantes para mim e não dolorosos como andavam a ser.
Investi num peitoral tipo "Julius-K9", o suposto supra-sumo dos peitorais, o melhor dos melhores, os únicos e os inconfundíveis! Com bandas laterais para colocar o nome e personalizar, com a banda da frente em material reflector, e interior forrado a pelinho. Era mais confortável para mim, e os puxões eram amortecidos pela faixa frontal que lhe ficava no peito, mas para ele torna-se mais fácil de me arrastar e de fazer força, como se de uma carroça se tratasse. A minha mão ficava dormente de fazer tanta força a agarrar a trela.
Quando o Cão fez 1 ano, ofereci-lhe como prenda de aniversário uma aula de comportamento, direccionada ao passeio. A fera revelou-se. Foi um festival de pinotes ser ao contrariado pelo treinador! Ao fim de 1 hora de tourada, lá acalmou pelo cansaço. O treinador aconselhou-me a usar trela de pescoço e a pôr de parte os peitorais, começando a transição por uma trela estranguladora. Caiu-me tudo aos pés... Ora eu, que não usava trela no pescoço por achar horrível, tinha agora de usar uma coisa muito pior: uma trela estranguladora! E usei, e fiz muito bem. Ele aprendeu a caminhar ao meu lado e a respeitar-me mais. Agora uso-lhe a trela no pescoço e um lencinho com a medalha de identificação.
And I like it.
Mas isto da trela ou peitoral tem muito que se lhe diga e há diversas opiniões acerca do assunto. Eu apenas posso partilhar a minha opinião, nada é generalizado porque cada caso é um caso, e o que é o ideal para mim pode ser um pesadelo para outro dono. É ir por tentativas até encontrar o que é mais confortável para cão e dono.


O primeiro peitoral, as tais "cuecas invertidas"

http://www.tiendanimal.pt/arnes-para-caes-macleather-classic-vermelho-p-7066.html
O Cão com a birra, e o segundo peitoral

http://www.petcity.pt/pt/coleirastrelasacaimes/421-peitoral-nylon-ajustavel.html#/peitoral_em_nylon_cor-vermelho/peitoral_em_nylon-peitoral_s_m_40_65cm_15mm
O super peitoral que nada resolveu

http://www.tiendanimal.pt/arnes-acolchoado-teflon-para-caes-robustos-p-5848.html
O melhor até agora: a trela simples
by loja dos chinocas lá do bairro


sábado, 3 de dezembro de 2016

Friday Night Fever

"Ó tu aí que me dás comida e que me apanhas os cocós: Podes dizer à Avó que o cachecol que ela te fez com tanto amor e carinho, realmente é quentinho e revelou-se um brinquedo do caraças! E sim, consigo abrir o armário e tirar de lá brinquedos muito parecidos com este!"
Ass: Cão


Agora quero ver como é que descalço a bota quando a minha mãe me perguntar porque é que eu não uso o cachecol... Neste momento é apenas um rolhão de lã.
E como é que eu faço para ter um armário anti-Beagle...
Só para que conste, a foto foi tirada no único segundo que ele esteve quieto entre pulos e rosnadelas enquanto eu tentava (sem sucesso como se veio a notar) resgatar o pobre coitado do cachecol.
O ar de tresloucado diz tudo.


quinta-feira, 17 de novembro de 2016

O desenrasca - Parte II

Ora bem, há dias em que ando com a cabeça no ar, chego tarde a casa, deixo-me dormir no sofá assim que acabo de jantar, cansada do trabalho, dos meus pensamentos e do lufa lufa do dia-a-dia.
Há mesmo dias de cão, e ultimamente tenho tido uns quantos...
No meio do cansaço tenho que ter tempo para brincadeiras e passeios com o Cão e para limpar os aposentos dele todos os dias, mas entre refeições para ele e refeições para mim algumas coisas vão ficando para trás.
Na volta esqueço-me de descongelar a comida para ele quando não tenho oportunidade de lhe fazer a comidinha. Esta semana voltou a acontecer.
Mais uma vez tive de fazer uma grande ginástica imaginativa da pouca que tenho disponível de manhã.
As minhas manhãs são todas em piloto automático e quando alguma coisa me fura o esquema, entro em colapso nervoso e já fico com um olho com chiliques saltitantes o resto do dia...


Refeição do desenrasca - Parte II


1 chávena de arroz integral cozido
1/2 maçã com casca, ralada ou em cubinhos
1 cenoura pequena ralada
1 peito de frango desfiado (sobras de frango assado)
1 fio de azeite
água quente


Basicamente é juntar tudo numa taça e mexer bem, para que a água aqueça os outros ingredientes, e servir sua majestade quando estiver tudo à nossa temperatura corporal.
Para saber se está à nossa temperatura corporal basta colocar um pouquinho da comida/líquido na parte de dentro do pulso. Se acharmos que está muito quente é porque está acima da temperatura do nosso corpo.

Inspirei-me nas dicas dadas pelas autoras do ABCão.




terça-feira, 15 de novembro de 2016

Cãopiloto

Sabe sempre bem passear com companhia, mas no meu caso é mais uma cãopanhia!
Aos fins de semana gosto de ter sempre o cão comigo, vá eu para onde for.
Antes de me ter aventurado com isto de me enfiar no carro com o Cão, tentei perceber ao nível de código da estrada que cuidados deveria ter, até para não correr o risco de ser multada pelos senhores agentes da autoridade.
Pois bem, o engraçado é que o código da estrada não é específico quanto ao transporte de animais, apenas que devem ser considerados como carga e que não podem de forma alguma prejudicar a condução ou a visibilidade do condutor.
Com isto eu entendi que o Cão podia ser transportado como eu acharia mais conveniente e confortável desde que cumprisse essas regras.
A lei apenas nos diz que o incumprimento destas simples regras pode levar ao pagamento de multas que podem ir dos 60 aos 600 euros, dependendo da gravidade dos casos.
A nível de licença especial para transportar um animal, também não há nada a apontar, apenas a obrigatoriedade de ter sempre os documentos do animal connosco (boletim de vacinas em dia, registo na junta de freguesia e seguro quando aplicável).
Para percursos pequenos comecei por transportar o Cão na bagageira do carro (comercial) e ele subia para cima da chapeleira e podia apreciar as vistas, mas nas travagens mais bruscas ou curvas mais apertadas, sentia-o muito solto e desamparado lá atrás.
Comprei um cinto para o poder transportar no banco da frente ao meu lado, tipo cãopiloto que é uma espécie de trela para prender onde se insere o cinto de segurança e é o que prefiro. Este cinto de segurança pode ser preso à trela ou ao peitoral, sendo que para distâncias curtas uso a trela, mas para distâncias mais longas e de caminho desconhecido uso o peitoral que é mais seguro evitando o estrangulamento em caso de acidente:

http://www.tiendanimal.pt/technical-adaptador-para-cinto-seguranca-p-10694.html

Comprei ainda uma grelha divisória com ventosas e adaptável, para casos onde ele tenha de ir na mala do carro, e assim dividir mercadoria ou bancos traseiros e Cão, e evita que ele possa ser projectado para a frente:

http://www.tiendanimal.pt/barras-separadoras-para-caes-c-1_246_866.html

Claro que estes métodos apenas se aplicam a cães, pois a forma mais estável de transportar um animal é recorrendo a uma caixa transportadora, para evitar que os animais se desloquem dentro da viatura ou ter algum comportamento imprevisível que possa distrair o condutor. Ora imaginem conduzir um carro com um gato assanhado lá dentro!



As barras
O cinto de segurança



terça-feira, 8 de novembro de 2016

O desenrasca - Parte I

Segunda-feira de manhã. Dia de trabalho. Deixo-me dormir. Acordar, ir ao frigorífico e perceber que me esqueci de descongelar comida para o Cão na noite anterior. Tão bom... E o Cão a olhar-me fixamente como que a condenar-me pela negligência parental.
Olho para o relógio e já estou atrasada, entre banho, secar cabelo, vestir, calçar sem me voltar a esquecer que as meias são primeiro que os sapatos, arranjar marmitas e lanches para o trabalho, e o Cão continua a julgar-me.
Rapidamente atiro  o que me vou lembrando para dentro de uma panelinha. Deixo arrefecer e surpreendo o Cão com uma super refeição para começar bem o dia!
O meu pequeno-almoço? Bem, esse é atirado para dentro do saco do trabalho porque já não há tempo para mordomias. Nem um cafézinho amigo...



Refeição do desenrasca - Parte I

Ingredientes:
50gr de esparguete integral
2 punhados de espinafres biológicos
1 cenoura média aos cubos
1 ovo biológico
1 peito de frango pequeno aos cubos
1 fio de azeite
1 pitadinha de sal

Preparação:
Basicamente atirar todos os ingredientes para dentro de uma panelinha e deixar cozer porque o relógio está a contar! Claro que só junto o esparguete partido aos bocadinhos e o ovo no fim da água estar a ferver.
Sirvo para um prato para deixar arrefecer e junto um fiozinho de azeite.
Servir quando estiver à volta dos 30ºC, e na gamela devida...

Nada mal, pois não?



quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Bizidog

Só quando foi possível começar a ir com o Cão à rua e a dar passeios é que me apercebi da dificuldade que era, e que continua a ser encontrar sítios pet friendly. Quando temos um cão como companhia o que mais queremos é que ele faça parte de todos os nossos programas. Mas conforme o tempo passava mais suprimida ficava a minha vontade de o levar comigo para todo o lado. Até para ir a uma esplanada tinha de perguntar se o Cão podia ali estar comigo. E a verdade é que alguns sítios não permitiam apesar de ser ao ar livre. Entrar em lojas nem se metia em causa, porque obviamente que era proibido. Algumas vezes e durante os passeios de verão, valia-me a boa vontade de algumas pessoas que ficavam a segurar o Cão na rua enquanto eu ía num instantinho ao café comprar uma garrafa de água...
Sinceramente já nem me lembro como descobri o "Bizidog", mas acho que foi num programa de televisão.
O "Bizidog" veio dar-me alguma esperança enquanto dona que gosta de levar o seu Cão para todo o lado.
Passo a explicar: isto do "Bizidog" é um site que mediante a especificação da localização pretendida, permite a donos de cães e amigos conhecer quais os estabelecimentos que aceitam a permanência de cães, bem como de outras empresas direccionadas aos animais, como veterinários, lojas, centros de treino, creches caninas, entre outros.
A sua utilização é muito fácil, basta aceder por computador ou telemóvel e colocar o local que pretendemos (apenas em território português) e o tipo de serviço, e de imediato aparece um mapa com a indicação das opções disponíveis naquela zona.
Esta aplicação foi criada por uma empresa portuguesa, a "Smartgeo", e permite ainda aos utilizadores sugerir locais onde os cães possam ir e que ainda não constem no mapa, ou alterações que efectivamente existam, actualizando e alargando assim as fronteiras de informação do site.
De momento, o "Bizidog" disponibiliza um endereço de e-mail (bizidog@smartgeo.pt), para onde todas as novas informações deverão ser enviadas por forma a manter a aplicação devidamente actualizada e cada vez mais funcional.

Eu pessoalmente uso frequentemente a aplicação, seja para procurar eventos, hotéis, hotéis para cães, restaurantes, praias ou até jardins para passear o Cão.



www.bizidog.pt

domingo, 16 de outubro de 2016

ABCão

"ABCão" é o nome do livro recentemente adquirido cá para casa. Para mim é sempre um bom investimento gastar dinheiro em livros, e este já me andava debaixo de olho há muito tempo.
Como me interesso muito por nutrição e saúde animal, este livro veio a revelar-se uma grande ajuda na compreensão da alimentação e saúde canina.
Em suma, o "ABCão" resulta da parceria entre uma veterinária e uma nutricionista com o principal objectivo de esclarecer dúvidas e fazer sugestões que melhorem a vida dos nossos cães, dando provas de que a saúde anda sempre de mãos dadas com a alimentação.

Tal como os humanos, "também os cães são aquilo que comem" - e eu não podia estar mais de acordo!

Neste livro abordam-se temas como a identificação de doenças e intoxicações mais frequentes; o que devemos ter num "kit de primeiros socorros" canino e como tornar a alimentação canina "mais nutritiva substituindo a ração por produtos de maior qualidade, saborosos e saudáveis, completamente livres de conservantes e aditivos".
Inclui ainda várias receitas para cães incluindo refeições principais, pratos especiais, molhos, biscoitos e recompensas, receitas com pouca gordura para cães obesos ou convalescentes e ainda de um bolo de aniversário!

No livro já descobri que para o peso do Cão (+/- 20 Kg) e 18 meses, tem a idade equivalente a 20 anos humanos.
Ou seja: a idade da parvoíce e do "eu é que sei".



sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Cão azeiteiro

Viver com um cão é uma aventura constante. Todos os dias são diferentes e trazem sempre qualquer coisa de novo. Ontem foi só mais uma proeza canídea. Uma de tantas outras que já passaram e mais umas quantas que ainda estão por vir.
Este título podia ser por o Cão usar um fio de ouro ao pescoço, um cachucho no dedo mindinho, palito ao canto da boca a ouvir musica pimba. Mas não.
Já não é novidade para quem me visita que o Cão adora mostrar que sabe subir acima da bancada da cozinha. Super higiénico, certo? Valha-me o Dettol desifectante.
Estou eu a fazer o jantar para mim e a comida de sua Majestade o Cão, e vai que é o momento indicado para inspeccionar o que se passa na bancada, e que petisco se pode roubar. Objecto estranho e que cria obstáculo nessa descoberta: uma garrafa de azeite. Novinha.
Já dá para perceber o que aconteceu a seguir: cão a escorregar pela bancada, vidros espalhados por todo o lado, pedra da cozinha devidamente azeitada, móvel bem oleado, chão a luzir do azeite derramado, sofá às pintas pela frente e com grandes nódoas atrás. O papel absorvente a tentar resolver a situação enquanto desfolho o rolo em grande velocidade e vou metendo os papéis cheios de azeite para o lixo. O Cão que está a ir ao lixo buscar esses papéis para brincar e espalhar pelo tapete da sala. As marcas de patinhas de azeite pelo soalho. O azeite que continua a escorrer em cascata, da bancada para o chão. A panela com a comida do Cão que arrufa e se espalha pelo fogão. Eu que perco as estribeiras e começo a gritar com ele. Ele que por sua vez começa a ladrar e entra numa dança ao estilo de sapateado flamenco em cima da poça de azeite.
O momento em que chego a pensar que a minha vida sem o Cão era bem mais fácil e calma, e a minha casa bem mais limpinha e arrumada.
Era mais fácil, mas não era a mesma coisa...
Acho que vou andar até ao Natal a limpar azeite debaixo da bancada...


Shame on you.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

O Cão fugitivo

Este fim-de-semana tive "O" susto com o Cão. A valer!
No último ano andei a tentar ensinar o Cão a não ir para muito longe da casa dos avós e a tirar-lhe a trela aos pouquinhos, sempre atrás dele para não se afastar muito.
Um ano a tentar habituar o Cão a isto: noção de localização.
Este fim-de-semana fomos até a casa dos avós. Até aí nada de novo. Como de costume, e em seguimento do voto de confiança que eu já lhe tinha dado, o Cão andava pela rua a correr e a brincar sem a trela. Ele nunca fugiu dali e podia até desaparecer por uns momentos mas quando o chamava ele aparecia logo, ou era ele que me procurava para ver se eu não tinha fugido. Tranquilo...
Mas este fim-de-semana borrou a pintura toda.
Eu estava em casa e ele andava na rua a explorar, volta na volta eu espreitava à janela para ver onde ele andava. Até que espreitei uma vez, duas, três vezes e nada de Cão no horizonte! Peguei logo na trela e fui para a rua chamá-lo. Nada. Os meus pais, que são super preocupados com o neto, também não sabiam dele. Procurei em todo o terreno e nem sinal. Só podia ter saltado o muro! Fui para a estrada, corri rua abaixo e rua acima, sempre a chamar por ele e não apareceu. Aí comecei a panicar. Literalmente em pânico, a hiperventilar, as mãos a ficarem suadas e geladas, agoniada, mal disposta e os olhos a não se fixarem em nenhum ponto, mas a querer olhar para todos os sítios possíveis no menor espaço de tempo possível.
Passaram uns horríveis 50 minutos sem saber o que fazer, onde ir, aonde procurar. Um desespero agonizante. O incómodo de ter a vista embaciada e não conseguir ver bem por causa das lágrimas. O "porquê?" a matutar-me na cabeça.
Tocou o telemóvel.
Ele estava a "salvo do mundo" na casa de uma senhora, já dono e senhor do sofá e merecedor do descanso da viagem feita em 4 patas. A um quilómetro da casa dos meus pais, numa rua paralela. Não consegui falar quando o vi, só soluçar.
Vou ficar para sempre grata pelo telefonema, pela medalha com o número de telefone que ele usa impreterivelmente ao pescoço. Pelo Cão ser tão afável e bem disposto quando só me apetecia estrangulá-lo. Estivemos só pouco mais de uma hora sem saber um do outro, mas pareceu uma eternidade. Parece insignificante, mas a verdade é que se não fosse pela medalha de identificação esta história seria mais longa de certeza. Para já o Cão vadio está de castigo e para mim é o Cão mais feio do mundo! Eu já sabia, mas agora ainda tive mais certeza que não posso viver sem ele... Se foi isto com um cão, nem quero imaginar a dor das mães quando lhes acontece o mesmo com os filhos...

O Fugitivo. Cão Feio.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Cão Sozinho

Morando eu sozinha com o cão, reparei um dia que se me acontecesse alguma coisa eu não teria como pedir para tratarem dele. E se em caso de acidente, e dependendo da gravidade da coisa, eu não conseguisse sequer lembrar-me do meu nome?
Hoje em dia todos usamos códigos para bloquear os telemóveis, por isso o acesso de alguém à minha lista telefónica também se tornaria uma tarefa mais demorada.
Será que sou só eu no meu interior fatalista que se lembra deste tipo de coisas? Ou serei apenas uma pessoa super prática que só tenta desenrascar a situação na impossibilidade de o fazer normalmente?
Ainda não me decidi. Mas em conversa com algumas pessoas, dei conta que ninguém usa este método. Seja por causa de um cão, de uma criança que está à porta da escola à espera, ou seja simplesmente para que os bombeiros, ou alguém que o valha, tenha algum contacto a quem possa dizer que nos aconteceu uma desgraça...
A pensar mais ou menos nisso deparei-me com a realidade que o cão só me tem a mim. Mais ninguém.
Se me acontecer alguma coisa como faço para que tratem dele?
Foi a pensar nesses desaires que encontrei na internet um cartão onde os donos podem preencher com os seus dados, imprimir e colocar na carteira. Apenas encontrei esse cartão em inglês, no entanto achei a ideia óptima! Mãos à obra e fiz um cartão para mim.
Esse cartão, além de servir para informar a família que aconteceu alguma coisa com o portador do cartão, relembra e sensibiliza que apesar de estarmos acidentados, é nossa vontade que tratem dos nossos amigos (seja cão, gato ou periquito) que estão em casa sozinhos, e provavelmente com fome, à nossa espera.
Fica a ideia:





sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Alimentos Proibidos na Alimentação Canina

Quando o cão chegou aos 9 meses, e depois de um episódio de colite, comecei a dar comida caseira.
Nunca me tinha apercebido que existem certos alimentos aos quais os cães são totalmente intolerantes.
Toda a vida tinha visto os meus pais darem os restos de comida aos cães que tínhamos, e isso para mim não tinha mal nenhum, a cadela de estimação dos meus pais chegou aos 19 anos de idade, e obviamente que morreu de velhice, já com a pelagem toda branquinha e sem dentes.

Para mim os cães só não suportavam uma coisa: feijões. A selecção que eles faziam na taça da comida, era tão pormenorizada que lambiam tudo, mas só deixavam os feijões. Seria porque eles lá no fundo sabiam que aquilo lhes faria gazes? Não gostavam do sabor? Da textura? Nunca soube bem porquê, nem consegui ainda descobrir, apenas parece que eles instintivamente sabem que aquilo lhes faz mal, embora não conste de nenhuma lista das que eu encontrei!

Mas nem para todos os alimentos esta faceta instintiva funciona. E é aí que os donos responsáveis entram em cena.
A minha forma de raciocínio é a seguinte: se os cães derivam dos lobos nos primórdios dos tempos, devemos dar-lhes uma alimentação aproximada com a que os lobos tinham e ainda têm à sua disposição na natureza, evitando o máximo de alimentos processados.


Na lista de alimentos proibidos que eu sigo estão:



  • Alho - se for 1/4 de alho/dia até faz bem mas torna-se tóxico se for em maior quantidade.
  • Cebola - provoca anemia
  • Abacate - tem um derivado de ácido gordo muito tóxico. E para quê dar isto ao cão??
  • Chocolate e derivados de cacau - não é digerível pelo fígado dos cães e pode mesmo ser letal
  • Chá preto e Café - a cafeína pode provocar arritmias e até ataques cardíacos
  • Bebidas alcoólicas e refrigerantes - não é preciso explicar pois não?
  • Açúcar - provoca cáries, diabetes, obesidade e torna o palato mais selectivo
  • Ossos - nem cozidos nem crus. Ao roer lascam-se pontas bicudas que podem furar os órgãos
  • Nozes - interferem com o sistema nervoso central levando à perda do equilíbrio
  • Pêssegos/Ameixas/Alperces - não a fruta, mas sim os caroços são altamente tóxicos
  • Uvas ou passas de uva - provocam falência renal
  • Peixe cru - contêm parasitas que só são eliminados com a cozedura ou congelamento
  • Soja e milho - provoca alergias
  • Batata branca comum - o amído causa desarranjos gastrointestinais
  • Massas cruas de pão ou bolos - o fermento transforma-se em açúcar que por sua vez se transforma em álcool
  • Sementes de linhaça - provocam intoxicação alimentar, mas o óleo de linhaça é tolerável
  • Pimenta - provoca gastrites e até úlceras
  • Sementes de maçã ou de pêra - libertam ácido cianídrico no estômago, mortal para os cães
  • Trigo - ponto crítico! Muitos animais são intolerantes ao glúten e a quase todos os cereais. Este eu tento evitar, por ver que no meu caso o cão fica com desconforto abdominal. Aqui entram produtos como as farinhas brancas de trigo, as massas, o pão, bolachinhas e afins...
  • Arroz branco - é mais calórico e tem açucares mais rapidamente absorvidos pelo organismo, provocados pelo processo de branqueamento a que é sujeito. Sem dúvida que prefiro o arroz integral, pela fibra e pela capacidade de saciar por mais tempo.
  • Leite - tal como alguns humanos, a lactose é intolerada pelo sistema digestivo dos cães provocando vómitos e diarreia, levando à falência do sistema imunitário.

Para me ajudar, uso esta cábula que tenho na porta do frigorífico e à qual recorro sempre que tenho dúvidas:

Por último, apenas relembrar que não devemos dar os nossos medicamentos a animais, a menos que sejam receitados por veterinários.
Também no caso das plantas, algumas são altamente tóxicas para os animais e muitas delas temo-las em casa e nem fazemos ideia.
Mais um assunto a aprofundar futuramente!